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História

História (8)

Muitas pessoas que nasceram ou viveram em Taquaritinga, certamente, são marcadas pelos sinais da santidade, mas uma delas teve isso reconhecido: o padre Mariano de La Mata Aparício, que foi declarado beato em 05 de novembro de 2006.

Nascido em Barrio de la Puebla, Palência, na Espanha, em 31 de dezembro de 1905, e falecido em 05 de abril de 1977, padre Mariano foi ordenado 25 de julho de 1930 e mudou-se para o Brasil em 21 de agosto de 1931. Seu primeiro destino em nosso país foi Taquaritinga, para ser capelão do colégio das Irmãs Agostinianas que aqui havia. Permaneceu em nossa cidade até 1933, mudando-se para São Paulo, para dar aulas de ciências no Colégio Santo Agostinho.

Mas, de 1949 a 1960, ele trabalhou no colégio-internato de Engenheiro Schmitt (distrito de São José do Rio Preto), onde pôde manter seus vínculos com nossa gente, pois, enquanto o colégio das irmãs em Taquaritinga era um internato só para meninas, o colégio de Engenheiro Schmitt era só para meninos. Durante o tempo em que esteve na escola rio-pretense, vinha a Taquaritinga sempre que podia para visitar os amigos e celebrar missas.

O CAT – Clube Atlético Taquaritinga mantém o único time de futebol profissional da cidade. Fundado em 17 de março de 1942, estreou profissionalmente em 1954, quando disputou a terceira divisão do Campeonato Paulista.

O CAT foi o campeão da segunda divisão do Campeonato Paulista em 1982 e garantiu o acesso à primeira divisão. No entanto, há quatro meses do torneio, a Federação Paulista de Futebol colocou como condição para que o CAT pudesse jogar na elite futebolística de São Paulo que houvesse em Taquaritinga um estádio com condições de receber os jogos. Caso contrário, o CAT estaria fora da primeira divisão paulista e não poderia voltar para a segunda divisão.

 Quando Taquaritinga foi fundada, ainda sendo chamada de Vila de São Sebastião dos Coqueiros, uma das primeiras providências que os pioneiros tomaram foi a instalação de um cemitério. O local escolhido foi onde atualmente é a Praça Dr. Horácio Ramalho. Um pouco mais para baixo, na direção do Ribeirãozinho, foi erguida uma capela, que hoje é o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, e, onde está atualmente o prédio da Biblioteca Municipal e da Câmara, foi erguida a primeira casa de alvenaria, para servir de moradia para o padre. Algum tempo depois, onde atualmente é o prédio do ITES e antes foi o Paço Municipal, instalou-se a delegacia de polícia e uma cadeia.

 O presidente Washington Luís, tido por paulista, apoiou, em 1930, como seu sucessor um conterrâneo, Júlio Prestes. Isso foi considerado uma afronta pelos políticos de Minas Gerais, pois, na época, havia um acordo tácito que a Presidência seria ocupada ora por alguém apoiado por São Paulo, ora por um apoiado pelos mineiros. Por isso, eles se uniram a outros insatisfeitos com Washington Luís e lançaram o gaúcho Getúlio Vargas como candidato.

Vargas perdeu nas urnas e seus correligionários não aceitaram o resultado. O assassinato do seu candidato a vice, o paraibano João Pessoa, tomado por crime político, desencadeou em um movimento que, em um golpe de Estado, pôs Getúlio na Presidência. Ele dizia que seu governo seria provisório, apenas a volta à normalidade. Ao invés disso, ele revogou a Constituição e, até 1932, não dava sinais de que deixaria o Poder.

Major Savério Calderazzo - Prefeito de Taquaritinga entre Janeiro de 1917 a dezembro de 1917José Camilo de Camargo - Período: 7 de Janeiro de 1893 a 11 de Janeiro de 1896

Manuel Rodrigues Estrela - Período: 11 de Janeiro de 1896 a 6 de outubro de 1896

José Inocêncio Camargo Lima - Período: 14 de outubro de 1896 a 15 de fevereiro de 1900

José de Castro Lima- Período: 21 de fevereiro de 1900 a 26 de agosto de 1901

Gustavo Augusto de Morais - Período: 26 de agosto de 1901 a 17 de fevereiro de 1903

Juvenal Cândido de Almeida Leite - Período: 7 de fevereiro de 1903 a 17 de Janeiro de 1904

Jose Domingos da Silva No início do século XX, várias pessoas em São Paulo começaram a se organizar para depor a República e restaurar a Monarquia no Brasil, com a coroação do príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança. Muitas reuniões foram feitas para deliberar a respeito deste movimento. Em Taquaritinga, à época ainda chamada de Ribeirãozinho, não foi diferente.

Foi aprazado entre os monarquistas que a data do levante seria 23 de agosto de 1902, quando era presidente Campos Salles. Em Ribeirãozinho, os líderes da campanha foram Joaquim Matheus Côrrea, Pedro Paulo Côrrea, Leonardo Botelho, Thomaz Sebastião de Mendonça, João de Toledo Lara, coronel João Ferreira de Castilho, Dr. Augusto de Castilho, Dr. Eulógio de Matos Pitombo, coronel Gustavo Augusto de Moraes, José Ferreira Leite, Alberto Costa Osório de Souza e Avelino de Negreiros, dentre outros.

Fundada em 8 de junho de 1868 com o nome de Vila de São Sebastião dos Coqueiros.

Elevada a distrito de Jaboticabal em 25 de julho de 1892 com o nome de Ribeirãozinho.

Elevado a município em 16 de agosto de 1892.

Adotado definitivamente o nome de Taquaritinga 25 de novembro de 1907.

 

O nome Taquaritinga tem origem no tupi-guarani e significa “taquara branca e delgada”, tipo de vegetação comum na região da cidade.

Fundado em 8 de junho de 1868, com a doação de terras por proprietários rurais, liderados por Bernardino José de Sampaio, de uma área de sessenta e quatro alqueires encravada em uma propriedade denominada Fazenda Boa Vista, nas proximidades do Ribeirão dos Porcos. As terras, avaliadas Rs 180$000 (cento e oitenta mil réis), foram doadas a São Sebastião dos Coqueiros, porque havia abundância desta árvore frutífera na região.  O marco a partir do qual a doação de Taquaritinga foi feita é onde atualmente se encontra a Praça Dr. Waldemar d'Ambrosio (antiga Praça Centenário), embora ela não seja mais a referência para as medidas do perímetro urbano do município, sendo utilizada para esse fim desde 1992 a Praça 1º de maio.