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Ex-moradores da Favela da Família começam a erguer novos barracos

Ex-moradores da Favela da Família começaram a dividir nesta quarta-feira (6) o terreno que ocuparam ao lado da Favela Leão, a 200 metros da área de onde foram retirados no dia anterior. Eles preparam o local, que é um campo de futebol em área também particular, para erguer novos barracos.

As famílias já montaram um barracão para guardar os pertences recuperados e as doações que não param de chegar. Pessoas de Ribeirão Preto e de várias cidades vizinhas levam para os desabrigados alimentos, roupas e colchões. Moradores da Favela Leão também ajudam com doações e emprestando o próprio banheiro, por exemplo.

 Algumas pessoas passaram a noite em casas de parentes ou em alojamentos de igrejas, mas muitas famílias dormiram ao relento no terreno ocupado, ou sob a tenda que montaram no local.

Revoltados, expulsaram o funcionário da Prefeitura que esteve no local para levar água e receberam somente as assistentes sociais. Os sem-teto esperam apoio para conseguir casas.

Reintegração

As negociações para a reintegração começaram às 6h de terça-feira, para que as famílias deixassem a área amigavelmente. Para evitar a entrada da Polícia, os sem-teto formaram uma barreira na entrada da favela com madeira, materiais recicláveis, pneus e atearam fogo. Mas não adiantou.

Por volta das 8h30 a polícia optou por invadir a área pelos fundos, usando a cavalaria, cães treinados, bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha. Máquinas iniciaram a demolição dos barracos imediatamente. Na sequência, alguns moradores tentaram retirar alguns móveis e pertences, mas nem todos conseguiram.

Parte dos móveis, documentos e objetos pessoais ficaram entre os escombros e outra parte foi levado para um barracão na Via Norte, nº 2305, para coleta posterior dos proprietários.

Os sem-teto, então, foram para o campo de futebol onde permanecem.

Fonte: Jornal A Cidade

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Última modificação em Sexta, 12 Outubro 2018 13:49

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