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Artigos Reflexão de Boa Vontade

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Artigos para Reflexão por Paiva Netto

O suicídio golpeia a Alma

Paiva Netto

Em Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade, destaquei que, ao escrever esse livro, meu intuito foi mostrar aos prezados leitores que a Dor nos fortalece e nos instrui a vencer todos os obstá¬culos, por piores que sejam. Por isso, suicidar-se é um tremendo engano. Alziro Zarur (1914-1979) alertava: “O suicídio não resolve as angústias de ninguém”.
No encarte do CD da radionovela Memórias de um Suicida, lançada pela gravadora Som Puro, afirmo que o suicídio é um ato que infalivelmente golpeia a Alma de quem o pratica. Ao chegar ao Outro Lado, ela vai encontrar-se mais viva do que nunca, a padecer opressivas aflições por ter fugido de sua responsabilidade terrena. Convém assinalar que sempre alguém fica ferido e/ou abandonado com a deserção da pessoa amada ou amiga, em quem confiava, seja aqui ou no Mundo da Verdade.
E é de muito bom senso não olvidarmos que no Tribunal Celeste vigora o Amor, mas não existe impunidade. (...)

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. – www.boavontade.com

Serviço:
* Memórias de um Suicida — Para adquirir, ligue para o Clube Cultura de Paz (0300 10 07 940) ou acesse www.clubeculturadepaz.com.br.

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Muro de Gerês

Paiva Netto

Estive várias vezes em Portugal, por força de minhas funções. País lindo, de gente acolhedora. Terra da nostálgica Amália Rodrigues (1920-1999), que Foi Deus quem levou, faz pouco tempo. Sempre gostei de ouvi-la cantando esse fado, ao som de guitarras afinadíssimas e chorosas. Por sinal, contam que não queria gravá-lo. Entretanto, reconsiderou, e seu sucesso foi imenso. Sorte para Amália! Isso me lembra outra história, a de que alguns artistas famosos de Hollywood se negaram a interpretar o papel principal de nada mais nada menos que Casablanca. Sorte para Humphrey Bogart (1899-1957)!
Certa vez, a caminho de Braga, deliciando-me com a paisagem da Serra do Gerês, pude observar a sequência de muros de pedra, o que é comum na região. Uns eram pomposos, outros mais singelos. Até que surgiu aquele, gracioso, bem na curva, mas que, de tão pequeno, quase não podia ser visto. Estava lá, contudo, firme, cumprindo a sua função de não permitir que, num estreito espaço não preenchido, alguém distraidamente, talvez mesmo uma criança ou um idoso, caísse no precipício profundo. E quis, então, prestar-lhe uma homenagem, como a uma pessoa humilde, desconhecida na sua modéstia, que nem por isso deixa de, por Amor, cumprir o seu dever.

A um Muro Antigo
Na estrada de Gerês/para Braga,/existem muitos muros velhos.../Mas há um/antigo,/especialmente antigo, /bem na curva, /que à alma afaga... /Antigo como o Amor/e como as dores... /Tão pequeno... /mas nos faz sorrir/aos favores/de nos abrir, /à alma triste, /um prazer amplo, /de descobrir, /no seio do campo, /a beleza divinal das flores. /Enquanto outros/— grandes!... — /não têm a expressão/com que, /na sua pequenez, /fala ao coração. /Sim; /porque, se este/não é o maior dos órgãos/do corpo, /tudo sente/e tudo vê, /porque tudo vê/e tudo sente... /Eis seu escopo. /Oh! Muro pequeno, /pequeno Muro, /tão carregado de Vida! /Vida! /Vida! /como a hera/que cobre os teus lados, /feitos de pedra amolecida/e humanizada pelos anos, /muitos anos... /Ah! Muro antigo! /de pedra antiga... /A quantas histórias assististe!... /E do muito que ouviste, /conta-me um pouco. /E tas escutarei, /não de ouvido mouco, /de tantos viajantes, /que por aqui passam, /e não te veem... /Pois loucos laços/lhes turbam a mente... /E que oportunidade/perdem, /pois não te sentem/o canto dos séculos/acerantes. /Sim, porque a roda/roda... /E o que foi, /retorna adiante... /E, talvez, /Muro antigo, /antigo Muro, /os que são cegos/para não ver-te, /e surdos/para não ouvir-te, /tenham aprendido, /finalmente, /que, /para escutar/o lamento ou o cantar/da própria pedra, /é tão preciso, /morta a regra, /amar todos os amores/do Amor Divino...

Qual o recado do pequenino Muro de Gerês?
Este: em que é menor que um rei aquele que não foge à sua responsabilidade? Merece de todos nós o apoio e a distinção por persistir, com a sua honra, em viver a sua dignidade. A elite de um país é o seu povo.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Reconhecer defeitos próprios é saída para crise

Paiva Netto

Quando almejamos o apuramento das coisas, é imprescindível que localizemos o que está errado, a começar no nosso íntimo, porquanto, se não reconhecermos os nossos defeitos, como nos poderemos corrigir? Temos basicamente de deixar de enganar-nos a nós próprios, sob o risco de encenarmos, como protagonistas, este desabafo de La Fontaine (1621-1695): “A vergonha de confessar o primeiro erro leva-nos a muitos outros”.
Ora, isso se aplica a todos e a tudo para a melhor convivência global.
Tomemos como exemplo a atual crise. O capitalismo é uma sucessão delas. O que está a exigir, agora mais do que nunca, além das medidas técnicas corretivas, uma reforma que tenha como bandeira a dignidade, o respeito à criatura humana. Do contrário, a próxima explosão da bolha será muito pior que a da primeira década do século 21.

Erigir uma comunidade mundial mais responsável
Retificar esse costume doentio seria, digamos para argumentar, um categórico primeiro passo para erigir-se, no decurso do terceiro milênio, uma nova comunidade mundial mais responsável, portanto, com menos repentinas crises, incluídas as financeiras e econômicas — embora possível e ciclicamente armadas e previstas, pelo menos por aqueles que vivem a tirar ganancioso proveito do que a multidão nem imaginava acontecer. Junte-se a isso as proclamadas omissões e displicências de certos governos a fomentar sequelas como a grave questão do desemprego; a falta de uma melhor regularização e fundamentos econômicos sólidos; as estimativas equivocadas da situação econômica; e as inefáveis cobiça e arrogância, que têm sido o túmulo de tanta coisa apreciável que nem ao menos teve tempo de nascer, para orfandade das massas. Como vaticinava o Gandhi (1869-1948), “chegará o dia em que aqueles que estão na corrida louca de multiplicar os seus bens na vã tentativa de engrandecimento (extensão de territórios, acúmulo de armas, de riquezas, de poderes...) reavaliarão os seus atos e dirão: Que fizemos nós?”.
Por isso tudo, prefiro primeiramente confiar em Jesus, que o Mahatma, indiano, mas acima de tudo universalista, tanto respeitava, assim como o fazem os irmãos islâmicos. O Cordeiro de Deus não trai nem entra em crise. Para nossa segurança, Ele havia-nos confortado, ao revelar:
“Eu sou o Pão da Vida; quem vem a mim de forma alguma terá fome; e quem em mim crê jamais terá sede! (...) Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu. Se alguém dele comer, viverá eternamente” (Evangelho, segundo João, 6:35 e 51).
Ora, tudo neste planeta pode ficar além do controle dos homens, mas nada escapa ao comando de Deus. Todavia, quando os seres humanos verdadeiramente se reúnem com o fito de achar-se uma solução, mesmo que para os mais espinhosos problemas, ela surge. Mas é “preciso que haja Boa Vontade”, consoante propunha o saudoso fundador da LBV, Alziro Zarur (1914-1979), desde que não seja confundida com boa intenção, com a qual está calçado o inferno, como diz o povo.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Solidão?!


Paiva Netto

Sempre me aparecem no caminho pessoas eternamente insatisfeitas consigo mesmas, a se queixar de solidão, como se residissem num mundo sem vivalma.
Ora, certa manhã, em 21 de setembro de 1996, na inspiradora cidade do Rio de Janeiro, decidi dirigir-lhes uma mensagem, com esta dedicatória: “Poema para os que vivem eternamente a se queixar e que, por isso, se esquecem de viver”.

I
Solidão
Solidão./Quem disse que/solidão... /é você estar/sozinho?!... /Quem o disse/não sabe, mesmo... /Não sabe o que é/solidão... /Solidão é dizer xis... /e ser entendido ípsilon. /Solidão... /é andar acompanhado, /mas não encontrar/ninguém que o encontre... /Solidão é ter que rir, /com a Alma sangrando. /Solidão... é amar/sem que o ser amado/perceba o seu amor. /Solidão é refletir/o grito surdo da Alma, /que não tem som para os ouvidos, /e que precisa ser/escutado por um coração.

II
Parada obrigatória
Ei!... /Que é que está havendo?! /Ah! /É você, egoísmo! /Fora! /Fora! /Foi-se! /Oh! /Agora, sim, posso raciocinar! /E, concluir/com acerto: /Talvez, tudo isto aqui, /que andei poetando, /seja apenas o falar/do egoísmo disfarçado, /cinicamente, /em falsa dor... /Apenas a dor, /do egoísmo, porém... /Porque não se pode/sentir-se solitário/debaixo de um sol deste, /de Copacabana, /com tão belas mulheres, /e crianças, /e vovôs e vovós. /Muito menos, /sentir-se/solitário /com tanta/coisa por fazer... /Gente com fome, /sem teto, /sem roupa, /sem trabalho, /sem estudo, /sem educação, /sem cultura/e longe da Espiritualidade... /Que solidão, nada! /Cale a boca, /egoísmo! /Fora! /Vá procurar sua turma!!... /Tenho mais o que fazer.

Para concluir, este pequeno comentário: o mundo está dividido entre os que apenas se queixam e os que, realmente, procuram fazer alguma coisa.
As multidões estão à espera de socorro.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
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Fonte: Divulgação LBV

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