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O que é urgente para você

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O que é urgente

 Esse é o slogan da campanha de mobilização social da LBV em apoio afamílias que enfrentam a seca e o frio.

Segundo documento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia eEstatística (IBGE), mais de 7 milhões de pessoas convivem com a fome noBrasil. A pesquisa mais recente, publicada em 2014, constatou ainda que,em 2,1 milhões de domicílios, pelo menos uma pessoa passou um diainteiro sem comer pela falta de dinheiro para comprar comida.

Toda ação é importante para ajudar a minimizar o sofrimento das pessoasque passam por esse desafio. Na maioria das vezes, para muitas famílias, aSolidariedade é o único recurso. Por isso, além de todo o trabalho diárioque realiza em suas 81 unidades de atendimento, a Legião da Boa Vontade(LBV) promove ações permanentes em apoio às populações que padecem.Umas das iniciativas é a campanha Diga Sim!, por meio da qual a LBVmobiliza a sociedade a fazer doações e, mediante os recursos, entrega,neste período do ano, cestas de alimentos e cobertores para famílias queenfrentam a seca e as baixas temperaturas. A campanha, nesta edição, temcomo slogan “O que é urgente para você?” e chama a atenção da sociedadepara o que é prioridade para as famílias que dependem do alimento parasobreviverem ou de, pelo menos, um cobertor para que estejam aquecidasno inverno

.A LBV tem como meta entregar, nos meses de maio a julho, 11 mil cestasde alimentos, contendo itens básicos e que estejam de acordo com oscostumes regionais, para famílias nos seguintes Estados: Acre, Alagoas,Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, MinasGerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia,Sergipe e Tocantins; e 15 mil cobertores no Distrito Federal e nos Estadosdo Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Santa Catarina, de São Paulo e doRio Grande do Sul.As doações para a campanha podem ser feitas acessando o sitewww.lbv.org/digasim, pelo 0800 055 50 99 ou, ainda, diretamente em umadas unidades da Instituição (ver endereços no site www.lbv.org). Quando a LBV chamar, atenda com o coração. DIGA SIM! Acompanhe aLegião da Boa Vontade pelas redes sociais: Facebook (LBVBrasil),YouTube (LBVBrasil) Twitter (@LBVBrasil) e Instagram(@LBVBrasil).

 

Deserto, seca, poluição...

Paiva Netto

Dezessete de junho é o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. Vale, portanto, ressaltar recentes e alarmantes estatísticas. Uma delas vem da OMS, conforme nos informa o site da ONU-Brasil: “A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou a necessidade de reduzir as emissões de poluentes como o carbono negro, o ozônio, o metano e o dióxido de carbono, que não só contribuem para as mudanças climáticas, como também provocam mais de 7 milhões de mortes associadas à poluição do ar por ano”. E, conforme noticiou a Deutsche Welle, uma pesquisa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica diz que os reservatórios de água no país, considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA), perderam em média 80% de sua cobertura florestal.

Ora, os danosos impactos desse verdadeiro “arboricídio” estão aí. O ar, o solo e a água diariamente escasseiam em qualidade, fertilidade e abundância.

Cuidado, estamos respirando a morte

Há 17 anos, em 1o de julho de 2000, a revista Manchete publicou um artigo meu que parece até que foi escrito hoje:

Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.

Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...

Cidades assassinadas

Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.

Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.

No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.

Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.

Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.

As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.

Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)

A poluição que chega antes

A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos. Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): “É preciso construir estradas entre os homens”. Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade Ecumênica, não desfrutaremos a Paz.

 

Fonte: LBV José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. — www.boavontade.com 

 

 

 

Fonte: LBV

 

 

Deserto, seca, poluição...

Paiva Netto

 

Dezessete de junho é o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca. Vale, portanto, ressaltar recentes e alarmantes estatísticas. Uma delas vem da OMS, conforme nos informa o site da ONU-Brasil: “A Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou a necessidade de reduzir as emissões de poluentes como o carbono negro, o ozônio, o metano e o dióxido de carbono, que não só contribuem para as mudanças climáticas, como também provocam mais de 7 milhões de mortes associadas à poluição do ar por ano”. E, conforme noticiou a Deutsche Welle, uma pesquisa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica diz que os reservatórios de água no país, considerados críticos pela Agência Nacional de Águas (ANA), perderam em média 80% de sua cobertura florestal.

Ora, os danosos impactos desse verdadeiro “arboricídio” estão aí. O ar, o solo e a água diariamente escasseiam em qualidade, fertilidade e abundância.

 

Cuidado, estamos respirando a morte

Há 17 anos, em 1o de julho de 2000, a revista Manchete publicou um artigo meu que parece até que foi escrito hoje:

Atualmente, em vastas regiões da Terra, o simples ato de respirar corresponde à abreviação da vida. Sofrimentos de origem pulmonar e alérgica crescem em progressão geométrica. Hospitais e consultórios de especialistas vivem lotados com as vítimas das mais diferentes impurezas.

Abeirar-se do escapamento de um veículo é suicídio, tal a adulteração de combustível vigente por aí. Isso sem citar os motores desregulados...

 

Cidades assassinadas

Quando você se aproxima, por estrada, via aérea ou marítima, de grandes centros populacionais do mundo, logo avista paisagem sitiada por oceano de gases nocivos.

Crianças e idosos moram lá... Merecem respeito.

No entanto, de maneira implacável, sua saúde vai sendo minada. A começar pela psíquica, porquanto as mentes humanas vêm padecendo toda espécie de pressões. Por isso, pouco adiantará cercar-se de muros cada vez mais altos, se de antemão a ameaça estiver dentro de casa, atingindo o corpo e a psicologia do ser.

Em cidades praieiras, a despeito do mar, o envenenamento atmosférico avança, sem referência à contaminação das águas e das areias... O que surpreende é constituírem, muitas delas, metrópoles altamente politizadas, e só de algum tempo para cá seus habitantes na verdade despertarem para tão terrível risco.

Despoluir qualquer área urbana ou rural deveria fazer parte do programa corajoso do político que realmente a amasse. Não se pode esperar que isso apenas ocorra quando se torna assunto lucrativo. Ora, nada mais proveitoso do que cuidar do cidadão, o Capital de Deus.

As questões são múltiplas, mas esta é gravíssima: estamos respirando a morte. Encontramo-nos diante de um tipo de progresso que, ao mesmo tempo, espalha ruína. A nossa própria.

Comprova-se a precisão urgente de ampliar em largo espectro a consciência ecológica do povo, antes que a queda de sua qualidade de vida seja irreversível. Este tem sido o desafio enfrentado por vários idealistas pragmáticos. Entretanto, por vezes, a ganância revela-se maior que a razão. O descuido no preparo de certas comunidades, para que não esterilizem o solo, mostra-se superior ao instinto de sobrevivência. (...)

 

A poluição que chega antes

A infinidade de poluições que vêm prejudicando a vida de cada um deriva da falência moral que, de uma forma ou de outra, inferniza a todos. Viver no presente momento é administrar o perigo. Mas ainda há tempo de acolhermos a asserção de Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944): “É preciso construir estradas entre os homens”. Realmente, porque cada vez menos nos estamos encontrando nos caminhos da existência como irmãos. Longe da Fraternidade Ecumênica, não desfrutaremos a Paz.

 

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. — www.boavontade.com 

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